E AGORA MANOLO???

Faça a Resolução de um Mistério

06/10/2011
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Muito bem, o mistério em questão é…

um INSETO MALÉFICO ULTRA PERIGOSO!

Por esses dias, conversa vai, conversa vem, o assunto acabou em: baratas coloridas. Yes… baratas coloridas… Até então eu nunca tinha ouvido falar, mas uma pessoa que jura estar sóbrea me iniciou na dúvida se existem ou não. Como boa ex-nerd-juvenil-da-biologia, iniciei uma investigação assídua atrás dessa dita cuja. Foi vista no litoral, e pouca descrição se tem deste inseto… Então, ABERTA A TEMPORADA DE CAÇA A BARATA COLORIDA!

Para ajudar na identificação, separei algumas possíveis candidatas, dentre elas, também a barata albina e a barata verde, e vale lembrar que eu não estou considerando a distribuição regional das baratas nessa possibilidade, pois acredito que as baratas, seres absurdos como são, são realmente capazes de viajar longa distância, oceanos, tudo, mesmo que sem motivo aparente.

As cores são muitas, mas a maioria com um tom puxado ao marrom. A primeira barata da foto é uma barata albina/branca, a barata albina é nada mais nada menos, do que um “ninfa”, ou seja, um filhote de barata, ela não é uma rara espécie, é apenas uma barata, jovem, desprotegida. Geralmente permanescem escondidas por ainda não terem um exoesqueleto de quitina pronto para protegê-la, por isso algumas pessoas nunca viram, mas é certeza que tem alguma a menos de 500 metros da sua casa. A segunda é uma blattella germânica, uma espécie consideravelmente com menos coloração, também chamada de barata loira. A terceira, é a barata verde, do gênero pachlora, algumas são de um verde bem claro, outras mais escuras… A quarta é tanto quanto exótica, é uma barata bush, uma barata “de floresta”. A seguir duas periplanetas americanas, ou baratas vermelhas, as baratas mais comuns. Dentre essas mais comuns e mais possíveis, sua carapaça é bem escura e nada fosca, o que possibilita enxergar nela leves reflexos de vermelho, roxo, verde… mas… pura ilusão.

O mistério da barata colorida também pode ser uma grande ilusão, não só na cor, como também o inseto. O inseto avistado pode não ser exatamente uma barata, pode ser um desses:

ou ainda:

Não uma barata, nem um inseto, mas… um CRUSTÁCEO! Esse é um lígia oceânica, a famosa baratinha do mar, como a tal da barata colorida foi vista no litoral, vamos considerar essa possibilidade. O interessante, é reparar na cor, esta espécie costuma ter uma cor acinzentada ou marrom, porém, o desta foto, tem uma cor azul/verde… Isso pode ocorrer por conta de óleos ou lixo tóxico jogados ao mar, que dão à carapaça de alguns crustáceos e conchas essa coloração “psicodélica”. Ou seja, ainda que a “barata colorida” não seja um crustáceo, seja só uma barata mesmo, ela pode ter adquirido outra cor por conta do contato com essas substâncias.

Nesse caso, ela também pode ser…………………………

uma BARATA RADIOATIVA!!!!!!! Porque essas cretinas sobrevivem a tudo!

Abaixo, a única espécie colorida de barata que não posso incluir nas possibilidades, e garanto que nunca foi avistada por ninguém:

Porque ela não existe e isso daí é photoshop. Se você ver uma barata assim, desconfie, ou é sonho, ou é alguém te sacaneando, ou você está usando tóxicos demais…

Enfim, as conclusões são muitas, e creio que o mistério está longe de ser solucionado, maaaas, unidos venceremos, hoje eu faço um post, amanhã um doidinho qualquer que também viu barata colorida me responde. Vou também mandar um e-mail à querida bióloga Lucy Figueiredo, especialista nesses bichinhos tão “simpáticos”. Quem souber de algo que possa ajudar nas investigações, por favor, e-mail-me.

E claro, se provado que as baratas coloridas realmente existem, me habilito a abrir negócio no mercado socio-político gay, vendendo baratas coloridas para noooobres causas, já que hoje em dia tá na moda o glbtsyz business. Certeza que religiosos fanáticos do tipo “eu-adoro-me-meter-na-política-para-destruir-o-direito-afetivo-dos-outros” comprariam as minhas baratas em massa para sacrifiá-las. Interessados em futura parceria, favor entrar em contato.


Faça um Agradecimento Sincero.

- QUEM AGRADECER -

Se tem alguém a quem sou realmente grata nesse mundo, é Deméter, dona de um dos 12 tronos do Olympo. Deusa da agricultura e do trigo. Por um motivo muito óbvio. Também chamada de Ceres, nome o qual deu origem à palavra CERVEJA. Temos Ninkasi, uma deusa sumeriana cultuada como verdadeira deusa da cerveja, maaas… Sem agricultura, sem trigo… sem cerveja. Então é a Deméter mesmo que eu agradeço.

E dedico esse post para todas as mulheres apreciadoras de cerveja, que embora muitos não saibam, é às mulheres a quem realmente devemos dar o crédito pela cerveja. Desde os tempos antigos, inspiradas nas grandes deusas, as cervejarias foram mantidas sempre por mulheres, mesmo com a sociedade patriarcal e machista. Mal sabem os homens de hoje, que o incrível laço entre a mulher e a cerveja, não é ao favor deles. E sim ao nosso.

Mas além do agradecimento, o post de hoje é pra repassar um pouco de conhecimento pra quem curte uma gelada. Uma explicação bem reduzida sobre os copos para tipos de cerveja (descomplicando a tulipa), e as minhas indicações para as mulheres cervejeiras.

- ONDE ENFIAR O SEU SUCO DE CEVADA -

Alguns dos principais copos usados para cerveja no Brasil:

CALDERETA:

O mais comum, para as mesmas indicações do copo americano (de bar). Versátil para qualquer tipo de cerveja, principalmente as Ales Inglesas e Americanas. Comporta pouco mais que 300ml, a sua cerveja dificilmente ficará choca e quente se tomada em partes nesse copo.

 

 

PILSNER:

Um dos modelos erroneamente chamados de “tulipa” no Brasil. Bom para cervejas do tipo Pilsen, e Witbier, pois sua base estreita e boca larga permitem formar uma boa espuma e direcionar o aroma do lúpulo.

 

LARGER:

Outro modelo conhecido no Brasil por “tulipa”, e errado novamente. Parecido, porém fácil de distinguir do pilsner. Um modelo menos alongado que o pilsner, a base é integrada, e não separada, e a boca é mais fechada. Tudo isso permite a cerveja ser mais saborosa que aromática (comparada a uma cerveja servida no pilsner), a melhor opção para o Chope.

TULIPA:

Agora sim, a verdadeira! Para cervejas beeem espumosas, para que possamos acompanhar a evolução da espuma no copo. Ideal para as Stong Ales. Ao contrário das que confundimos por tulipas, é a prima baixinha, com a boca virada para fora.

 

WEIZEN:

Para as cervejas de trigo, tipo as Weiss. Permite “olharmos” a cerveja, como manda a tradição. Comporta tranquilamente 500ml, possibilitando que todo o conteúdo da garrafa seja admirado no copo, como as leveduras de fundo, a cor e tranparência no corpo comprimido, e a espuma, que estabiliza muito bem no topo expandido do copo.

MASS:

O famoso canecão alemão. De vidro grosso, com alça, uma variação do “mug”, comporta 1 litro de cerveja, ideal para cervejas tiradas na pressão para ser bebidas em grande quantidade.

 

 

BOLLEKE:

Comporta vários nomes, com o termo mais simples de “cálice”, pouco ultilizado no Brasil. Sempre com uma base longa e topo largo e achatado. Bom para cervejas do tipo Dubbel, Tripel e Quadrupel, perfeito para as cervejas trapistas, as mantém saborosas e cheirosas com seus ingredientes diversificados. Feito manter a espuma sempre rala e constate, para que possa ser tomada em grandes goles.

 

- PARA NÓS -

Nada muito sofisticado, para bebermos feito Divas sem fazer a egípicia.

NORTEÑA:

A opção do internacional no dia-a-dia. Standard, pouco aromática e discretamente amarga. Suave e frutada. Não é necessária tomá-la tão gelada, tem frescor suficiente para aguentar uma temperatura ambiente, é pouco encorpada. Combina com qualquer porção que você peça no bar.

No copo: Larger.

 RUIVA:

A opção das Devassas! Nem loira, nem morena… ruiva! Páreo duro entre as Pale Ales americanas, cerveja de alta fermentação, aroma forte, cor avermelhada, encorpada com 6 maltes diferentes e lúpulos europeus. As vezes também designada como Red Ale pela cor, mas é bem diferente das irlandesas. Combina com comidas fortes, pois nubla o paladar com seu sabor intenso.

No copo: Caldereta.

 COLORADO APPIA:

A opção para acompanhar uma boa conversa. Cerveja clara Weiss. A colorado tem se destacado no mercado brasileiro com suas versões Appia, Indica, Caium, Ithaca, e Demoiselle (sim, em homenagem ao avião de Santos Dumont). Produzida com mel de abelhas africanas e européias, Appia, conta ainda com mel de laranjeira, um processo artesanal magnífico (sugiro que procurem sobre o processo, é bacana), e assim como a anterior, de alta fermentação, e assim como a Norteña: refrescante, mas deve ser tomada bem gelada. Sabor beeem adocidado, muito cremosa, aspecto opaco por não ser filtrada, o que garante um sabor incrível. Além de tudo, é “nutritiva”.

No copo: Weizen.


Faça uma Montagem

Não ando atualizando isso daqui… Enfim…

Lembrei de um negócin legal que nos transforma nas celebridades, e euzinha, como sou A CARA da Demi Moore, vou postar a inutilidade que é transformar a si mesmo em alguém famoso.

http://www.myheritagefiles.com/video/D/28/46b82m_4788894b12b72379k6e034

Fikadika pra quem quiser fazer também. Beijos.


Faça uma Coletânia 2

18/08/2011
1 comentário

O que aprendi sobre amor e dor:

Amor é dor, muita dor, porque dor é algo ao qual você nunca fica acostumado, porque é na dor que nós encontramos o significado da vida.

Mais EnCINEmentos


Faça uma coletânia 1

Começando.

Aqui vai uma coletânia de coisas que aprendi com os filmes, cinema sempre ensinando a vida… s2

O que aprendi com “Garota Interrompida”, “Twin Peaks”, e “Persona”:

Todo mundo é triste. Um dia a tristeza vai acabar… Mas o sofrimento ainda não acabou.


Faça um conto infantil

Era uma vez um gatinho… Ele vivia na cidade mais movimentada do mundo, todas as pessoas tinham pressa, e todas as noites tinham música. Durante o dia, ele caminhava até o cais da cidade, e passava todo o dia olhando um mar que não se decidia se ia, ou se vinha. Todo pôr-do-sol, ele entristecia, não era mais dia, tampouco já era noite, e o mar não havia se resolvido. Quando finalmente anoitecia, ele reparava uma bolinha no céu, que uma hora ou outra, chegava pertinho do horizonte e se encontrava com o mar.

“É por isso que ele não se decide! O que esse “novelinho de lã esburacado” tem que eu não tenho?” O gato, desiludido, mergulhava na cidade, curtia os tambores e saxofones a noite toda para apartar o frio. Quando amanhecia, ele tirava uma soneca no solzinho quente, acordava alegre como nunca, e partia para o cais.

Durante muito tempo essa foi sua rotina. Até que uma noite, o ar estava quente, um calor incomum. O mar avançou sobre o cais, e deu um uma bela lambida no bichano.

“O que você quer com esse chamego todo?” Perguntava o gatinho para o mar.

“Divertir a nosso gostoso pôr-do-sol.” Respondia o mar cheio de manha, ainda indo e voltando.

“Então agora eu sou mais importante que… aquilo ali em cima?”

O mar tranquilo lhe respondia em deboche: “Aquela? aquela é a lua. Não posso me desfazer dela. O que eu te provo me desfazendo dela? Não lhe basta todos os dias que passamos juntos aqui no cais?”

O gato teimava: “Não, você precisa provar que eu sou importante. Poderia ao menos me dizer o motivo de vir me fazer companhia todos os dias.”

“Ora! Mas eu já não lhe faço companhia? Por que haveria de ter motivos?”

“Você deveria ficar parado perto de mim, assim eu saberei que somos um, que sentimos da mesma forma. Do contrário, eu preciso de outro motivo pra entender sua companhia.”

“Mas somos dois!” O mar retrucou.

O mar, cansado da insatisfação do gato, se retirou, pra tão longe, que mal o gato podia ver do cais. O mar estava ali, mas havia acabado toda a presença sublime que ele dava aos dias do gatinho. A cidade ficou sem-graça sem o encanto do mar, e as noites de música se tornaram um lamento, um pedido cada vez mais alto do gato, para que o mar voltasse.

O gato pensou, meio chorão, como era bom passar a tarde com o mar indo e vindo só pra ele. E como seria sem-graça se o mar ficasse parado, só pra ele ter motivos pra crer que o mar gostava de sua companhia. Ele tinha sido tonto.

Agora, o gatinho continua curtindo as músicas noturnas da cidade, mas pela manhã, ele vai para o cais, esperar pelo mar voltar.


Faça a Sua Parte

A ÁRVORE INCONVENIENTE

- Dois amigos se encontram num bar de uma avenida movimentada. -

Clotário: Você demorou, infelizmente só sobrou essa mesa da ponta, ficaremos quase engolindo essa árvore da calçada.

Lúcia: Eu não me incomodo, de qualquer forma, a árvore chegou antes de nós.

Clotário: Claro, já devem fazer algumas centenas de anos que ela está aí, burro foi o dono do bar que não a tirou daí ainda. Essa moda de proteger “o que a natureza fez”.

Lúcia: O próprio dono do bar deve tê-la colocado aí, se não foi ele, foi algum outro proprietário anterior. Te garanto que a natureza não foi. E se ela não estivesse aqui, não haveria um lugar tão ruim, e as pessoas não se importaria em chegar mais tarde e ter que sentar perto da “árvore inconveniente”.

Clotário: Você defende demais que as coisas são como deveriam ser. Eu como ser humano me incomodo e não acho que deveria aceitar o mundo como está. Além do mais, ninguém pediu minha opinião na hora de colocar a árvore aí, porque eu deveria concordar?

Lúcia: Até agora, tinha sido a natureza a autora dessa árvore na calçada, e com ela você não reclamaria de não ter opinado sobre a localização da árvore. Já o dono do bar, está no balcão, você tem toda a liberdade de expor sua “indignação de ser humano.”

Clotário: Não… não farei… A árvore é velha, parece bem mais velha que ele, duvido muito que ele seja responsável por essa árvore na calçada.

Lúcia: Então podemos matar o assunto e pedir um drink?

Clotário: … E se… a própria natureza tem motivos para querê-la ali?

Lúcia: Ai senhor… Me diz, porquê um homem escala uma montanha?

Clotário: Embora seja uma pergunta estranha, talvez porque ele admire o seu tamanho, tem paixão por ela, e estar no topo lhe proporcionaria toda a beleza da natureza.

Lúcia: Pra chegar lá, o homem investiu no seu sonho e criou artefatos que o ajudariam a alcançá-lo. Como um helicóptero por exemplo. De repente, o homem estava satisfeito com a sua criação, e não precisou mais sonhar com a montanha, ele sequer reparou que ela não estava mais lá. Porque já sabe que a alcançou.

Clotário: Tá… E porquê a montanha não estaria mais lá? E o que isso tem a ver com os planos da natureza para essa árvore invadindo a nossa mesa?

Lúcia: Pra construir o helicóptero, ele precisou de ferro, pra extrair o ferro, ele precisava dos minérios, para extrair os minérios, ele derrubou a montanha. Isso prova que o homem coloca as suas construções acima das suas paixões. A cidade toda é uma construção para satisfazer o homem da sua própria evolução, para ele poder ver uma grande paisagem do que ele é na natureza. Depois de sentir que já alcançou tudo, ele “planta uma árvore” em memória da própria natureza, e não é capaz de matá-la de novo, pra não se sentir insignificante na sua busca, pra não ver que o seu lugar na natureza é EMBAIXO dessa árvore.

Clotário: Vamos pedir um drink? Acho que a árvore vai nos fazer companhia hoje, estando onde deveria estar.


Faça Outra Crueldade

09/08/2011
2 Comentários

E o spoiller show da semana é…

 “Melancolia”

É até sem graça contar o final de um filme do Von Trier. Geralmente:

1.Não tem / 2.Não Entendi / 3.Não gostei

Falo assim mas dias depois sou obrigada a rever, me incomodar, e a colocá-lo (batendo o pé), na minha lista de favoritos. Genialmente ruim,  e pateticamente perfeito.

“Melancholia”, é o nome de um planeta que vai inevitavelmente colidir com a terra (sim, e o título do filme). Se tirarmos o “planeta” do “melancholia”, ficando só com a “melancolia”, temos aquilo que inevitavelmente ATINGE a terra (no filme, na vida real, wathever).

Agora vamos ao que importa:

Justine é NINJA na premonição, e Claire, sua irmã, é uma paranóica não muito provida de inteligência. Claire e seu marido estão bancando um casamento milionário para Justine, pena que ela quer casar a Justine e a Justine não quer casar, porque ela já previu que o mundo vai virar meleca. Justine cai na bad, mas está mais conformadamente preparada para o fim, Claire entra em desespero. O cientista, marido de Claire, diz pra ela que o mundo não vai acabar, mas se mata antes de Claire descobrir que ele tava de brinks. Claire usa um carrinho de golf pra tentar fugir do planeta (pra onde??? Alguém avisa!). Daí blah blah blah, Justine constrói uma “oca” sem cobertura, só de gravetos, e todos morrem com o “Melancholia” se chocando com a terra num efeito especial podríssimo.

Considerações importantes: O filme só afirma (mais uma vez) que o Von Trier usa dorgas. Kirsten Dunst sem roupas é uma obra de arte. Todo mundo é podre de rico, mesmo não fazendo nada da vida. Se você está deprê, NÃO ASSISTA!

Considerando que eu desconsiderei a última consideração importante, vou postar a cena que vai me fazer chorar todo o resto da fucking semana.

(ahhhh saudade dos infernos!)


Faça uma Animação Tosca

07/08/2011
1 comentário

Podem chingar, eu me orgulho das porcarias que faço, rsrs.

Comentário nonsense do dia: “Flávia”, do latim, quer dizer: dourada ou de cachos dourados. Bom, sei lá, imaginei um anjinho lindo… s2


Faça o Seu Melhor

Sou capricorniana, ascendente escorpião, logo, cabeça dura PRA CACETE! Um dos meus piores defeitos é insistir que odeio algumas coisas. 8 meses atrás, estava entediada numa balada que só tocava POP, e conheci a pessoa mais maravilhosa desse mundo, com ela aprendi a curtir, não a gostar, mas a curtir todo gênero musical. Com ela também passei o meu primeiro natal… não era o dia de natal, mas ela me convenceu a ir até a Av. Paulista, num dia cheio de famílias, curtir toda a festa. Por algum motivo, natal nunca tinha feito sentido antes, quando chegou a noite, eu estava com vontade de sorrir.

Hoje, estou ouvindo musica POP pra me distrair, e confesso, me alegra. Estou pensando no natal desse ano, se até lá tudo já vai estar bem de novo. Queria dizer a ela que mesmo que tudo dê errado, e a distância causa um buraco imenso entre nós, ela é dona das minhas melhores lembranças. Guardar tudo com carinho vai ser fácil, e mais fácil ainda é querer mais um natal…

Ela odeia a páscoa, como eu odiava o natal, então espero também ter dado boas lembranças a ela, ter transformado algo ruim em especial. E depois desse natal, quero outra páscoa, e outro natal, e outra páscoa… Nós, as datas especiais, as boas lembranças, a música pop, a nova chance. Eu sinto que essa aliança no meu dedo ainda deve ficar aqui… Estou feliz, esperar pela felicidade só pode ser uma coisa boa, certo?

O meu melhor é… dela.

- Keep your head high, girl! Tomorrow is another day! -

s2

=)


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